Lucro líquido ajustado da Gerdau alcança R$ 1 bilhão no 3T de 2018

A Gerdau encerrou o terceiro trimestre com uma expressiva evolução em seu desempenho, alcançando receita líquida de R$ 12,8 bilhões, crescimento de 35% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Essa expansão foi motivada principalmente pela melhoria dos mercados brasileiro e internacional e pelo efeito do câmbio na conversão de receitas para real.

Além da evolução da receita líquida, a boa performance da Gerdau reflete os esforços de gestão de todas as suas operações, que resultaram, por exemplo, no menor nível histórico das despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A), as quais passaram a representar 3,3% da receita líquida. Como consequência dos esforços de gestão, a geração de caixa operacional (EBITDA) consolidada ajustada da Gerdau também evoluiu, passando para R$ 2 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 73% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que representa o melhor desempenho trimestral da Gerdau dos últimos dez anos e, ao mesmo tempo, o terceiro maior valor histórico. Já o lucro líquido ajustado consolidado chegou a R$ 1 bilhão, mais de seis vezes superior ao resultado de R$ 145 milhões do terceiro trimestre de 2017.

No acumulado entre janeiro e setembro, a receita líquida consolidada da Gerdau foi de R$ 35,3 bilhões, 30% maior que nos primeiros nove meses de 2017. O EBITDA chegou a R$ 5,3 bilhões – alta de 67% na comparação com o mesmo período anterior. Nos primeiros nove meses do ano, o lucro líquido ajustado consolidado, por sua vez, atingiu R$ 2,2 bilhões contra R$ 258 milhões no ano passado.

“Conseguimos o melhor EBITDA trimestral dos últimos dez anos da Gerdau, o que reforça a estratégia que estamos seguindo, de ampliar a rentabilidade das operações. No terceiro trimestre, os destaques foram as melhorias nos desempenhos da operação do Brasil e da América do Norte, nossos principais mercados de atuação. Além disso, concluímos neste mês de novembro a venda de quatro usinas produtoras de vergalhões nos Estados Unidos, anunciada no início do ano, o que finaliza nosso ciclo de desinvestimentos. Com isso, passamos a nos focar em operações mais rentáveis, além de reduzir o endividamento para um patamar mais confortável. Gostaria de prestar meu reconhecimento aos nossos colaboradores, que, por sua dedicação, são os grandes responsáveis por nossa capacidade de superar desafios”, afirma o Diretor-Presidente (CEO) da Gerdau, Gustavo Werneck.

Em relação à rentabilidade das operações no terceiro trimestre de 2018, praticamente todas apresentaram evolução significativa. A operação Brasil (exclui usinas de aços especiais) alcançou 20,3% de margem EBITDA (relação entre receita líquida e EBITDA) contra 14,1% no mesmo período do ano anterior. Já a América do Norte (exclui usinas de aços especiais), apresentou margem EBITDA de dois dígitos, passando de 6% no terceiro trimestre de 2017 para 10,5%. A Operação de Negócio de Aços Especiais (inclui usinas no Brasil, nos Estados Unidos e na Índia), por sua vez, teve margem EBITDA de 16,1%, impactada pelo aumento dos custos de insumos e matérias-primas, especialmente sucata e ligas. A margem EBITDA dos demais países da América do Sul (exceto Brasil) chegou a 20,4% contra 15,8%.

(Fonte: Noticias Gerdau, acesso em 12/11/2018)


Postado em 12/11/18 às 17:39

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